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Notícia publicada na(s) categoria(s) Claro Releases , Celular & Wireless , Mundo , Brasil , Telefonia , por PROJECTA - Conhecimento Corporativo

O destino do seu celular

28 de Julho de 2009 às 11:00:19
Descobri um dado que me impressionou: apenas 2% dos brasileiros destinam celulares usados para reciclagem. Gente, isso é muito pouco. Quando pensamos no quão simples é entregar para reciclagem e o quanto esse ato é positivo para o meio ambiente então, esse número fica ainda mais insignificante. Por isso resolvi investigar o que temos de novo sobre esse tema.

Pra começar, é preciso lembrar que pelo programa Claro Recicla, lançado em março de 2008, o consumidor de qualquer operadora pode depositar o celular e a bateria recarregável em uma das cerca de 3.500 urnas distribuídas nas mais de 160 lojas próprias e 3.000 agentes autorizados da Claro. Simples à beça né?

Para realizar a reciclagem, a Claro conta com a parceria da Umicore, uma das principais empresas de reciclagem de baterias recarregáveis e celulares do mundo. Ricardo Rodrigues, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Umicore, me contou que todo o material coletado nas lojas é separado, classificado e encaminhado para o processo de reciclagem, que é feito pela empresa em suas fábricas na Suécia e Bélgica.

Lá, é usado um exclusivo processo de reciclagem, denominado VAL’EAS, que recupera e reaproveita os metais contidos nas baterias e celulares. Ou seja, após a reciclagem, o metal volta ao ciclo industrial para a fabricação de novas baterias, celulares e outros produtos, sem que para isso tenha ocorrido a tradicional fase de extração de minérios da natureza. E o melhor, poupa-se todo um processo de refino e tratamento desse minério. Quanto isso é bom para o meio ambiente? Basta saber que para cada bateria recarregável reciclada poupa-se a emissão de 70% de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera, gerando uma economia de 70% no consumo de energia nos processos.

Acompanhe o que acontece com o que você deposita nas urnas de reciclagem da Claro:

Processo de reciclagem das baterias

As baterias, feitas de cobalto, níquel e cobre basicamente, são depositadas por inteiro em um forno, onde se inicia a fundição e a parte plástica é valorizada como fonte de energia. Os gases do processo passam por um forno de pós-combustão que os reduz a gases inertes. Por fim, estes gases passam por um lavador para a retirada de eventuais impurezas. As saídas sólidas do processo são os metais a serem utilizados como matéria-prima para a produção de novas baterias recarregáveis, aço inoxidável, alto-falantes entre outros produtos, e as sobras são utilizadas como agregado para concreto.

Processo de reciclagem dos celulares

Os materiais passam por um processo de trituração e homogeneização. Na etapa seguinte, amostras do material são analisadas para determinação da composição química do lote. Após esse passo, os materiais são enviados a um forno de alta temperatura, onde a parte orgânica é queimada e os metais se concentram em uma fase líquida. Depois de retirados do forno, os metais concentrados em lingotes seguem para separação e refino. As escórias, já sem metais, são utilizadas como agregado para concreto.

Os componentes do celular, como placa eletrônica, tela LCD e câmera, feitos basicamente de ouro, prata, cobre e estanho, na reciclagem, acabam produtos eletrônicos, jóias e ligas metálicas. As capas dos aparelhos, feitas de plástico, viram baldes, garrafas, pentes, cones de trânsito entre outros produtos.

Destinação correta

Para dar a destinação ambientalmente correta para o seu celular e bateria recarregável inativos, entre em www.claro.com.br/clarorecicla e veja o ponto de coleta mais próximo de você.

Por Ticiana Werneck, editora ClaroBlog

Fonte: ClaroBlog




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